
A proposta do ABRAÇA é entregar a sustentabilidade além do período de realização dos jogos do Torneio Olímpico de Futebol Rio 2016. Junto com parceiros, desenvolve projetos e programas que funcionam como sementes a serem cultivadas por toda a sociedade. Dentre as atividades está a barreira verde no entorno da Arena da Amazônia e o futuro “Jardim dos Atletas”, atividades estas que visam à neutralização da emissão de carbono.
O Comitê Organizador Manaus 2016 finalizou, em julho de 2016, o plantio de 170 mudas de árvores da espécie pau-pretinho no entorno da Arena da Amazônia. A barreira verde que cerca o principal espaço multiuso do Estado visa compensar a emissão de carbono ocorrida durante a construção do estádio, além gerar um corredor de ventilação nos arredores do local.
Estiveram presentes no plantio, além do secretário-coordenador do Comitê Manaus 2016 Mario Aufiero, o Secretário Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMMAS) Itamar Mar, o Secretário de Estado de Meio Ambiente (SEMA) Antônio Stroski, a Secretária de Estado e Presidente da Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico e social (AADES) Ana Paula Aguiar e o cônsul da Colômbia José Gilberto Rojas. A solenidade teve ainda a presença dos voluntários do programa Ajuri e outros grupos voltados para a sustentabilidade.
Foram plantadas árvores com 1,80 a 2 metros de altura nas calçadas do Sambódromo, pela Avenida Flaviano Limongi, e nos fundos da Arena Amadeu Teixeira. De acordo com o coordenador do Comitê Manaus 2016, o trabalho feito para o maior evento esportivo do mundo – que ocorrerá na capital Amazonense em agosto –, irá trazer legados também nas áreas da sustentabilidade e acessibilidade.
“O projeto é grande e é chamado de ‘Abraça’ porque, entre as ações, existe o plantio de mudas de árvores e um outro projeto de acessibilidade para as pessoas com deficiências (PCDs).
São justamente essas pessoas que vão ter a oportunidade de desfrutar de um trabalho diferente, feito específico para Manaus. Sem falar na sinalização interna da Arena da Amazônia, quando se trata do quesito acessibilidade. Este será o nosso grande diferencial da Copa do Mundo, pois ficará para o Estado todo o projeto de legado, sustentabilidade e acessibilidade executado nos dias 4, 7 e 9 de agosto”, explicou Aufiero.
O simbólico plantio das últimas dez mudas de árvores coordenadas pelo Comitê, de acordo com o secretário Itamar Mar (SEMMAS), terá grandes proporções após os Jogos, deixando assim como legado uma verdadeira “barreira verde” na área da Arena da Amazônia, o que estava previsto desde o projeto inicial do estádio.
“Essa atitude tem uma representatividade muito grande, principalmente pelo déficit de arborização que existe na cidade. Temos um planejamento de trabalho para planejar 10 mil mudas em 58 logradouros, em mais de 35 bairros, e a Arena da Amazônia era um desses locais. Aqui é bem propício ao plantio de árvores e o melhor de tudo é que fica a contribuição do Comitê Organizador Manaus 2016 para a diminuição do aquecimento global”, afirmou o secretário da SEMMAS.
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